BLOG DO NAVARRO
  
20 de OUTUBRO de 2005

A OACI decreta o Dia Internacional do Controlador Aéreo

 

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Este dia foi decretado pela Organização de Aviação Civil Internacional - (OACI)-, entidade que rege as normas internacionais de navegação aérea, tanto para a aviação civil, como para a militar. Cada país adota esta regulamentação, e é por esta razão que os controladores militares cumprem e aplicam a regulamentação da Aeronáutica Civil, pois a Força Aérea tem espaços aéreos autônomos dentro do território nacional. As áreas onde a Força Aérea exerce controle em cumprimento de sua missão constitucional são restringidas e limitadas, e nelas os controladores militares prestam seus serviços.

Os espaços aéreos autônomos para a prestação dos serviços de controle de tráfego aéreo por parte da Força Aérea são: Palanquero (Cacom-1), Apiay (Cacom-2), Melgar (Cacom-4), Três Esquinas (Cacom-6), Cali (Escola Militar de Aviação) e Marandúa (Grupo Aéreo do Oriente).

Dentro do controle de tráfego aéreo, são prestados os serviços de ATS (Air Traffic Service), que compreende os serviços de ATC (Air Traffic Control) e FIS (Flight Information Service). O ATC se subdivide em Serviços de Controle de Área, Serviços de Controle de Aproximação e Serviços de Controle de Torre (neste último são prestados os serviços de controle e informação). O FIS presta serviços de informação e alerta (inclui busca e salvamento).

20 de OUTUBRO de 1984

Morre Paul Dirac

 

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Paul Adrien Maurice Dirac nasceu em 8 de agosto de 1902 e faleceu em 20 de outubro de 1984; foi um físico inglês pioneiro na física quântica.

Formou-se em engenharia elétrica na Universidade de Bristol em 1921. Após trabalhar por pouco tempo como engenheiro, Dirac decidiu que sua verdadeira vocação era a matemática. Completou outra formação em matemática em Bristol, em 1923, e foi então recebido na Universidade de Cambridge, onde desenvolveu a maior parte de sua carreira. Começou a se interessar pela Teoria da Relatividade e pelo nascente campo da física quântica.

O Princípio da Mecânica Quântica de Dirac, publicada em 1930, tornou-se um dos livros de texto mais comuns na matéria e ainda é utilizado na atualidade.

Dirac passou os últimos anos de sua vida na Florida State University ("Universidade Estatal da Flórida") em Tallahassee, Florida. Ali morreu em 1984, e em 1995 foi colocada uma placa em sua homenagem na Abadia de Westminster em Londres.

20 de OUTUBRO de 1891

Nasce James Chadwick

 

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Sir James Chadwick nasceu em 20 de outubro de 1891 e faleceu em 24 de julho de 1974; foi um físico inglês premiado com o Prêmio Nobel.

Em 1932, Chadwick realizou uma descoberta fundamental no campo da ciência nuclear: descobriu a partícula no núcleo do átomo que logo passou a ser chamada de nêutron, uma predição feita 8 anos antes pelo cientista peruano Santiago Antúnez de Mayolo, esta partícula não tem carga elétrica. Em contraste com o núcleo de hélio (partículas alfa) que está carregado positivamente e, portanto são repelidas pelas forças elétricas do núcleo dos átomos pesados, esta nova ferramenta para a desintegração atômica não necessitava ultrapassar nenhuma barreira eletrônica, e era capaz de penetrar e dividir o núcleo dos elementos mais pesados. Desta forma, Chadwick simplificou o caminho para a fissão do urânio 235 e para a criação da bomba atômica. Como prêmio por sua descoberta foi outorgada a ele a Medalha Hughes da Royal Society em 1932 e o Prêmio Nobel de física em 1935. Também descobriu o Trítio.

Mais tarde descobriu que um cientista alemão também havia identificado o nêutron ao mesmo tempo. No entanto, Hans Falkenhagen temia publicar seus resultados. Quando Chadwick soube da descoberta de Falkenhagen, ofereceu-se para compartilhar o Prêmio Nobel. Falkenhagen, contudo, recusou.



Escrito por Rogério Navarro de Andrade às 23h07
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Escrito por Rogério Navarro de Andrade às 23h06
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Quem já não teve a experiência de ver alguma coisa dar errado ou um insucesso? A palavra mais correta para isso é fracasso. É uma palavra forte, mas, de vez em quando, temos de lidar com esse acontecimento, ou melhor, com esse sentimento que nos empurra para baixo. Não nos conformamos e perdemos o rumo, mas para acharmos de novo o caminho certo, temos de ter a cabeça no lugar. Como imaginar, no momento, que um grande fracasso nos trará um bem, um proveito ou até mesmo o sucesso? Para São Paulo, a experiência de fracasso em Atenas lhe abriu as portas para a maturidade e os novos caminhos em Corinto, onde, com a comunidade, desenvolveu o uso dos dons e carismas do Espírito Santo.

 

Quero que você medite comigo uma frase que ouvi há algum tempo: “O fracasso é a antessala do sucesso”. Vejamos hoje o que aconteceu com os apóstolos de Jesus. Tentaremos tirar deles mais uma lição de vida para nós, pois o Evangelho é uma escola e Jesus é o Grande Mestre.

 

Estavam, mais uma vez, pescando Pedro e companhia. Pescaram a noite toda e nada pegaram (não se esqueçam que eles eram homens que viviam da pesca, eram experientes), Jesus chegou e lhes disse: “Lança a rede do lado esquerdo do barco e lá achareis peixes”. Eles lançaram e pegaram muitos peixes, quase que a rede se rompeu e até precisou de outros companheiros para ajudá-los a puxá-la para praia. Primeira lição: para que o fracasso não cegue a nossa visão precisamos ter os ouvidos atentos à voz dos mais experientes. Pedro, apesar do cansaço e da decepção, obedeceu a voz do Senhor.

 

Todos nós somos um pouco orgulhosos e autossuficientes; o que a pessoa que se deixa dominar pelo orgulho e pela autossuficiência não se permite é a vergonha do erro e não tanto pela falha em si. O orgulhoso não suporta a vergonha do fracasso nem o fato de ser corrigido por outro. Por isso, neste caso, o fracasso foi a antessala do sucesso. Depois disso, Jesus convidou Pedro para comer peixe assado com Ele e trabalhou no coração do apóstolo em relação às três negações: “Pedro, filho de João, tu me amas mais do que esses?”. Não era Jesus quem precisava ouvir a confissão de Pedro, mas o próprio apóstolo por causa de seu fracasso ao negar o Mestre no momento que Ele mais precisava. Isso doía no coração de Pedro e o Mestre utiliza aquele momento para retornar ao fracasso e com ele se reconciliar. Ao se reconciliar com seu fracasso, Pedro recebeu de Jesus o rebanho de volta, a confiança, ou melhor, a autoconfiança, a estima que havia perdido por não aceitar seu erro. Pedro precisava se perdoar, e ele disse a Jesus: “Mestre, tu sabes tudo, sabes dos meus erros e fracassos, tu sabes que eu te amo!”. Deus não deixa de confiar em nós, muito menos desiste de nós. Ele sempre está nos dando um novo sinal de confiança, de amor e de responsabilidade. Jesus disse a Pedro: “Apascenta as minhas ovelhas”. Agora, o coração de Pedro está curado e pronto para assumir, até às últimas consequências, a missão que Jesus lhe deu, o interior de Pedro não está mais cativo numa situação mal resolvida.

 

A segunda lição: não podemos perder as oportunidades que Deus nos dá para revolvermos, corrigirmos ou mesmo admitirmos um erro; sabendo que um grande sucesso pode vir depois da correção de um erro. Há um tempo, estava assistindo a um jogo de futebol e ouvi o narrador contando a história do goleiro daquele time. Ele tinha sido expulso do seu time no ano passado, porque o time foi rebaixado para segunda divisão do campeonato e o dono do time colocou toda a culpa no goleiro – como se no time inteiro só jogassem goleiros. Nesta ocasião, ele chorou muito diante das câmeras de TV e, hoje, ele é o goleiro de outro time grande de São Paulo e com propostas para jogar num time maior da primeira divisão do campeonato brasileiro. A humildade são os olhos que nos dão a capacidade de enxergar que o fracasso é a antessala do sucesso. Crescer é reconhecer que nem sempre tudo dará certo, mas podemos cometer erros com vontade de acertar. Errar é humano, persistir no erro não é inteligente!

 

Saiba que tudo vai passar e que o mais importante é sair melhor dessas aparentes situações de fracasso, pois quem não experimentou um dia uma derrota para se aprimorar para o dia da grande vitória? Com certeza, viveu muito melhor e com muito mais sabor a vitória do que o fracasso.



Escrito por Rogério Navarro de Andrade às 22h56
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